
Com 16 suicídios de PMs, Minas alcança SP, Estado com efetivo duas vezes maior
JORNAL O TEMPO: 23/05/24 Dado do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2022, foi obtido
JORNAL O TEMPO: 23/05/24 Dado do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2022, foi obtido
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou na terça-feira (21/5/24), audiência pública com o objetivo de debater ações de fomento, promoção e conservação da natureza e das culturas da Serra do Espinhaço. A reunião foi resultado do requerimento de autoria das deputadas estaduais do Bloco Democracia e Luta, Bella Gonçalves (Psol) e Leninha (PT).
Mais de 300 mil mineiros participaram do Plebiscito Popular em Defesa das Estatais de Minas Gerais. Desses, 95% acreditam que Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge) e Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) devem continuar públicas.
A consulta foi organizada por aproximadamente 500 movimentos populares e sindicais, estaduais e locais, aconteceu em 120 municípios de todas as regiões do estado.
Os mineiros poderão participar ativamente da criação de um instrumento coletivo destinado a promover a efetiva igualdade de oportunidades para as comunidades negra e indígena, bem como para os povos e comunidades tradicionais. Essa oportunidade surge com a expansão do seminário legislativo que irá discutir o Estatuto da Igualdade Racial, agora incluindo eventos no interior de Minas Gerais. As quatro deputadas negras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que fazem parte do Bloco Democracia e Luta – Leninha (PT), 1ª vice-presidente da Casa, Macaé Evaristo (PT), Andréia de Jesus (PT) e Ana Paula Siqueira (Rede) – são as autoras do requerimento para o seminário e do Projeto de Lei 817/23, que propõe a instituição do Estatuto da Igualdade Racial para o Estado.
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), realizou audiência pública para debater as medidas de monitoramento e segurança adotadas em relação aos riscos de ocorrência de eventos climáticos extremos no estado. O desafio discutido ao longo de mais de sete horas foi evitar que se repita o que aconteceu em Porto Alegre e dezenas de cidades gaúchas, que estão literalmente embaixo d’água. O requerimento da reunião foi feito pela deputada Beatriz Cerqueira (PT).
O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou na terça-feira (14/5/24), o Projeto de Lei (PL) 5.052/18, de autoria do líder da Minoria, Doutor Jean Freire (PT), que estabelece diretrizes para o atendimento de alunos com transtorno específico de aprendizagem e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), no âmbito da rede estadual de ensino. Agora falta apenas a sanção do governador Romeu Zema (Novo).
Servidores do BDMG Cultural, produtores, artistas e agentes do setor continuam sem respostas do Governo Zema. A decisão arbitrária de dissolver a instituição e transferir suas responsabilidades para a Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) foi tomada sem qualquer justificativa plausível, deixando os envolvidos sem suporte. Em audiência pública requerida por deputados do Bloco Democracia e Luta representantes do Estado e da fundação não responderam os questionamentos apresentados durante a reunião.
Investimentos em maternidades, centros de parto, creches, espaços de lazer, ônibus escolares, além de escolas
Déficit de pessoal, demora no atendimento, superlotação e leitos fechados. Esse é o atual cenário do Hospital Governador Israel Pinheiro, conhecido como Hospital da Previdência. O quadro, que leva à sobrecarga de trabalho e ao adoecimento dos profissionais, foi denunciado durante audiência pública da Comissão de Administração Pública, solicitada pela deputada Beatriz Cerqueira (PT).
A paralisação, convocada pela Frente Mineira em Defesa do Serviço Público, conta com o apoio de todas as centrais sindicais. O objetivo é paralisar as atividades em todos os segmentos do funcionalismo público estadual, em protesto contra a proposta de correção salarial de 3,6% apresentada pelo governo, o aumento das taxas do Ipsemg e a privatização das empresas estatais.