
Déficit na Polícia Civil: a crise ignorada por Zema na Segurança de Minas
Entre discursos de eficiência e viagens pelo país, Zema deixa uma Polícia Civil com 6.455

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Oposição, ambientalistas e comunidades afetadas pela mineração irregular cobram investigação rigorosa do bilionário esquema de

Nos últimos anos, o governador Romeu Zema (Novo) tem promovido um verdadeiro desmonte das políticas

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, em segundo turno, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 26/23, conhecido como Lei Rafaela Drumond, que visa coibir o assédio moral no serviço público estadual. De autoria do deputado estadual do Bloco Democracia e Luta, Professor Cleiton (PV), a proposta foi aprovada durante a Reunião Ordinária de Plenário desta quarta-feira (11/12/24).

Trabalhadores da educação e deputados do Bloco Democracia e Luta atuam pela derrubada do veto do governador à proposta para que trabalhadores da educação com contrato temporário tenham direito ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Ipsemg) após se aposentarem. A proposta foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no entanto, em mais um ataque aos trabalhadores da educação mineira, Zema vetou a extensão do benefício aos contratados, prejudicando mais de 150 mil contratados da educação.

Pacientes em macas pelos corredores, em cadeiras sem atendimento, falta de suprimentos básicos, essa é a realidade do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). O cenário, que parece de guerra, é resultado da falta de investimentos do governo Zema no Ipsemg, que coloca os hospitais do instituto em situação de calamidade, gera sobrecarrega dos profissionais e agride a dignidade dos servidores que dedicaram e dedicam parte da vida ao Estado.

Em segunda mobilização, servidores mineiros se unem contra o RRF de Zema e lutam pela manutenção das estatais, dos seus direitos e da qualidade do serviço público.

Com perdas salariais desde 2012, trabalhadores sofrem com abandono e cobram cumprimento de acordo judicial para revisão do plano de carreira.

Servidores cobram novo plano de carreiras do meio ambiente e valorização da categoria acordadas pelo Judiciário desde 2016.