
“Esporte vai parar em Minas“ por descaso do Governo Zema
Municípios, federações, clubes esportivos, empresas e entidades que investem na área esportiva reivindicam mais investimentos na área, que recebe dez vezes menos recursos do que deveria

Municípios, federações, clubes esportivos, empresas e entidades que investem na área esportiva reivindicam mais investimentos na área, que recebe dez vezes menos recursos do que deveria

Servidores da educação, saúde, meio ambiente e outras categorias reivindicam recomposição salarial e exercício de direitos.

Com perdas salariais desde 2012, trabalhadores sofrem com abandono e cobram cumprimento de acordo judicial para revisão do plano de carreira.

Entidades sindicais e atingidos por barragens lançam campanha “Revida Mariana”, exigindo reparação pelos crimes cometidos por mineradoras.

Romeu Zema quer retirar direito da população opinar sobre processos de privatização de estatais mineiras, dando continuidade ao seu modo antidemocrático de governar.

Que o governo de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais é marcado por contradições não é novidade, porém, de tantos desajustes praticados pelo governador, o aumento de impostos espanta a todos. Isso porque, quando assumiu o cargo, Zema fez declarações enfáticas de que era totalmente contra qualquer aumento de impostos.

O Governo de Minas não está cumprindo o que prevê a Lei 19.990, de 2011, que criou o Fundo de Erradicação da Miséria (FEM), no que concerne à destinação de recursos para o FEM e para a Assistência Social.

Em junho de 2022, o governador Romeu Zema (Novo) editou um decreto regulamentando a terceirização do serviço de vistoria de veículos, até então realizado pelo Detran/MG. A partir do documento, 1.350 pessoas constituíram empresas para atuar no setor, mas o governo não realizou o credenciamento.

O governador Romeu Zema (Novo), novamente, atua para o desmonte e a precarização da Educação em Minas Gerais. Por meio do Plano de Atendimento Escolar (PAE) de 2024, o governo força a municipalização do ensino fundamental ao extinguir 90 mil vagas da rede estadual sem fazer consulta ao Legislativo.

Governador quer passar por cima da opinião do povo mineiro e forçar a privatização das empresas de água e luz, processo que pode resultar em aumento de tarifas, demissões, desabastecimento e má prestação dos serviços.