
Educação do campo precisa de equiparação com escolas das cidades
Parlamentares da ALMG e representantes da educação do campo participam de ciclo de debates e exigem ao Governo de Minas que a escola rural se equipare à pública
Parlamentares da ALMG e representantes da educação do campo participam de ciclo de debates e exigem ao Governo de Minas que a escola rural se equipare à pública
O governador Romeu Zema (Novo), novamente, atua para o desmonte e a precarização da Educação em Minas Gerais. Por meio do Plano de Atendimento Escolar (PAE) de 2024, o governo força a municipalização do ensino fundamental ao extinguir 90 mil vagas da rede estadual sem fazer consulta ao Legislativo.
Governo do estado se recusa a valorizar a atividade e dar melhores salários aos servidores da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) que trabalham com a restauração e a conservação de bens artísticos e culturais.
Nessa segunda-feira (11/09/23), a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) esteve na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) para apresentar as demandas das universidades, ao lado de representantes de cada uma das instituições.
Nesta quarta-feira (31/08/23), a Assembleia de Minas Gerais (ALMG) aprovou, de forma definitiva, o Projeto de Lei (PL) 3.903/22, que trata do ICMS da Educação. Com a nova legislação, os municípios conseguirão receber os recursos em 2024. Nos anos anteriores não foi possível devido ao descaso e ineficiência do governo Zema.
Retorno das construções no estado faz parte do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação Básica conduzido pelo MEC; municípios têm até 10/09 para aderir.
Por descaso ou ineficiência do governo Zema, Minas Gerais foi o único estado do país em que o Poder Executivo não regulamentou o ICMS Educacional. Prejuízo é bilionário!
Segundo pesquisadores e especialistas, parques tecnológicos em Minas sofrem com a baixa qualidade da Educação Básica e carecem de investimentos e articulação entre universidades, estado e mercado
Estudantes pedem reformulação de assistência estudantil na UEMG e na Unimontes, para impedir que alunos desistam do curso superior por problemas financeiros.
Zema, que nunca pagou o Piso Salarial da Educação, enfrentou forte pressão dos deputados da oposição, que comeraram a vitória da luta coletiva.