
Descaso de Zema é responsável por doenças ligadas à falta de saneamento em MG, dizem especialistas
BRASIL DE FATO MG | 27/03/25 Governador desmontou políticas públicas e tenta privatizar empresa pública

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Profissionais paralisam atividades e reivindicam pagamento de salário mínimo e direitos trabalhistas Centenas de Auxiliares

Deputados contestam privatização ilegal, que ignora consulta popular e Assembleia Legislativa Nesta terça-feira (18/3/25), o

Enquanto a população clama por comida mais barata e o Governo Federal zera o imposto

Taxação de 25% sobre importações de aço e alumínio afeta diretamente o estado, maior produtor

Desvalorização da categoria marca gestão de Zema Enquanto o governo Lula reajusta o piso salarial

A gestão do governo Zema na área de habitação em Minas Gerais foi amplamente criticada durante audiência pública realizada na última sexta-feira (29/11/24), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Deputados e representantes de movimentos sociais apontaram a falha do governo estadual em atender o déficit habitacional do estado e a falta de planejamento em políticas públicas para construção de moradias populares.
A reunião foi realizada pela Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a partir de requerimento de todos os deputados do Bloco Democracia e Luta.

Líderes de movimentos sociais apresentaram nesta sexta-feira (22/11/24) proposta de mobilização contra a tentativa de Zema de privatizar a Cemig e a Copasa durante audiência pública da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A ideia foi apresentada pela militante do Levante Popular da Juventude, Sabrina Moreira Santos, e reforçada pelo autor do requerimento para a realização da reunião, deputado Leleco Pimentel (PT) do Bloco Democracia e Luta.

O Bloco Democracia e Luta manifesta todo repúdio e forte preocupação em relação aos projetos

Apesar da intensa pressão do Bloco Democracia e Luta e da mobilização da sociedade civil, o nefasto Projeto de Lei 2.238/2024, proposto pelo governador Romeu Zema, voltou à pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última semana. Contrariando as promessas de campanha, a proposta, que aumenta a contribuição dos servidores estaduais para o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), não traz qualquer benefício à qualidade dos serviços prestados. Na verdade, o projeto representa um retrocesso, penalizando os trabalhadores em um momento em que a assistência à saúde é fundamental.