
Depois da bajulação, a omissão: Zema ignora taxação Trump
Taxação de 25% sobre importações de aço e alumínio afeta diretamente o estado, maior produtor
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Desvalorização da categoria marca gestão de Zema Enquanto o governo Lula reajusta o piso salarial
A gestão do governo Zema na área de habitação em Minas Gerais foi amplamente criticada durante audiência pública realizada na última sexta-feira (29/11/24), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Deputados e representantes de movimentos sociais apontaram a falha do governo estadual em atender o déficit habitacional do estado e a falta de planejamento em políticas públicas para construção de moradias populares.
A reunião foi realizada pela Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a partir de requerimento de todos os deputados do Bloco Democracia e Luta.
Líderes de movimentos sociais apresentaram nesta sexta-feira (22/11/24) proposta de mobilização contra a tentativa de Zema de privatizar a Cemig e a Copasa durante audiência pública da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A ideia foi apresentada pela militante do Levante Popular da Juventude, Sabrina Moreira Santos, e reforçada pelo autor do requerimento para a realização da reunião, deputado Leleco Pimentel (PT) do Bloco Democracia e Luta.
O Bloco Democracia e Luta manifesta todo repúdio e forte preocupação em relação aos projetos
Apesar da intensa pressão do Bloco Democracia e Luta e da mobilização da sociedade civil, o nefasto Projeto de Lei 2.238/2024, proposto pelo governador Romeu Zema, voltou à pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última semana. Contrariando as promessas de campanha, a proposta, que aumenta a contribuição dos servidores estaduais para o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), não traz qualquer benefício à qualidade dos serviços prestados. Na verdade, o projeto representa um retrocesso, penalizando os trabalhadores em um momento em que a assistência à saúde é fundamental.
Enquanto governadores e autoridades se reuniam no Palácio do Planalto no dia 31 de outubro para debater a crise da segurança pública, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), ignorou o convite. Em um momento em que Minas enfrenta uma grave escalada de violência, com índices alarmantes de homicídios, feminicídios e violência, a ausência do governador na reunião é um sinal de descompromisso com o problema. O encontro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visava a construção de um pacto federativo para enfrentar o crime organizado.
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A falta de gestão do Governo Zema que, entre outros diversos problemas, resultou na interdição de 58 elevadores na Cidade Administrativa foi tema de debate na Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta terça-feira (19/6/24). A reunião, solicitada pelos deputados Professor Cleiton (PV) e Beatriz Cerqueira (PT) do Bloco Democracia e Luta, teve como objetivo discutir a gestão da sede do Governo de Minas pela Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado (Seplag). Os parlamentares cobraram soluções para a crise na infraestrutura dos prédios Minas e Gerais, que prejudica a vida dos servidores que trabalham no local e já resulta em prejuízos milionários para os cofres públicos.
A máscara de Zema cai cada vez mais e servidores civis e militares de toda Minas Gerais protestam contra o governador, que governa apenas para seus amigos empresários, prejudicando o povo mineiro. Profissionais das categorias de saúde, educação e segurança lutam contra a “recomposição” salarial de 4,62%, aprovada em 6 de junho de 2024. O reajuste ilusório, bem abaixo dos 10,67% proposto pela oposição, não cobre as perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos e evidencia que Zema jamais cumpriu sua promessa de campanha de reajustar anualmente os salários. Além disso, as manifestações também se opõem ao Projeto de Lei 2.238/2024, de autoria do governador, que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e que aumenta os custos dos trabalhadores com saúde e rede assistencial, reduzindo ainda mais seus já defasados salários.